Preferenciais da Azul viram 75 ordinárias cada em votação marcada para 12 de janeiro
Quem discordar da conversão não recebe indenização: com patrimônio contábil negativo, o reembolso por preferencial ficaria em zero.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Assembleias convocadas para 12 de janeiro de 2026
- Proposta converte cada AZUL4 em 75 AZUL3
- Sem direito de retirada; reembolso calculado seria zero por ação
A Azul (AZUL3) convocou para 12 de janeiro de 2026 duas assembleias para votar o fim das suas ações preferenciais. Pela proposta, cada preferencial vira 75 ordinárias, proporção definida pela relação econômica histórica entre os dois papéis.
A mudança altera o que cada acionista tem hoje. Quem discordar não poderá sair recebendo dinheiro: o estatuto prevê o direito de retirada, mas a companhia afirma que ele não se aplica neste caso. Como o patrimônio contábil da Azul está negativo, o reembolso ficaria em zero real por preferencial.
Os atuais donos de ordinárias sentirão o efeito no voto. Com a extinção das preferenciais, o total de papéis com direito a voto cresce e reduz o peso de cada acionista nas decisões.