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Vale diz à CVM que saída de Stieler em 6 de julho foi decisão pessoal
Mineradora nega composição para facilitar a renúncia e diz que contrato de não competição não foi condição para o desligamento de Stieler.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Renúncia de Daniel Stieler foi formalizada em 6 de julho
- Contrato prevê obrigações de não competição, não solicitação, não difamação e confidencialidade
- Acionistas com mais de 5% incluem Previ, Capital Research e BlackRock
A Vale (VALE3) informou à CVM que a saída de Daniel Stieler da presidência do Conselho ocorreu por decisão pessoal. A renúncia foi formalizada em 6 de julho, em carta apresentada à companhia.
A resposta veio após a CVM questionar a mineradora com base em reportagem da imprensa sobre o desligamento. O comando do Conselho importa ao acionista porque a posição era pretendida pelo maior acionista de referência da Vale, segundo a empresa.