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Petroleiros do Norte Fluminense mantêm greve e custo chega a R$ 2,2 bi
Sindicatos de Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará e Duque de Caxias aprovaram a proposta da Petrobras e encerraram a paralisação.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Sindipetro-NF e bases da FNP seguem em greve; FUP encerrou paralisação
- Perdas totais estimadas em R$ 2,2 bilhões desde 15 de dezembro
- Queda de cerca de 300 mil barris nos seis primeiros dias
A maioria dos sindicatos da FUP encerrou nesta sexta-feira (26) a greve de oito dias na Petrobras (PETR4). O Sindipetro-NF desconsiderou a orientação nacional e manteve a paralisação, que já custa R$ 2,2 bilhões à estatal, segundo cálculo das entidades sindicais.
A Petrobras afirma que a produção e o abastecimento não foram afetados, graças a equipes de contingência acionadas nos locais necessários. Sindipetro-NF e Dieese calculam 300 mil barris de petróleo e gás a menos nos seis primeiros dias de paralisação.
FUP aprova acordo, Norte Fluminense segue parado
Trabalhadores de Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará e Duque de Caxias (RJ) com a Petrobras. A FUP, que representa 14 sindicatos e 105,4 mil trabalhadores, informou que a aceitação ocorreu só após o recebimento das minutas e cartas-compromisso da estatal, o que permitiu o ajuste final dos textos antes da assinatura oficial.