DIs fecham em alta com petróleo acima de US$ 100 e ataque ao Irã
Taxa do DI para janeiro de 2028 subiu 14 pontos-base, a 14,355%, e a aposta em corte de 25 pontos-base da Selic em agosto ficou em 80%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
Brent voltou a superar US$100 o barril, a caminho de ganho mensal de 35%
DI jan/2028 encerrou a 14,355%, alta de 14 pontos-base
Probabilidade de corte de 25 pontos-base da Selic em agosto em cerca de 80%
As taxas dos DIs fecharam em alta nesta quinta-feira (23), após o petróleo superar US$ 100 com o avanço do conflito EUA-Irã. O DI para janeiro de 2028 subiu 14 pontos-base. A taxa fechou em 14,355%, ante 14,218% no ajuste anterior.
Para quem tem título público ou fundo atrelado ao DI, a alta das taxas significa juro futuro mais caro. O petróleo mais caro pesou nas apostas de corte da Selic. A curva precificava 80% de chance de corte de 25 pontos-base em agosto.
Irã declara Estreito de Ormuz fechado
Os EUA lançaram na noite de quarta-feira a 12ª onda consecutiva de ataques militares contra o Irã. A Guarda Revolucionária do Irã informou que um petroleiro pegou fogo após explosão ao tentar atravessar uma rota minada ao sul do Estreito de Ormuz. O Irã afirmou que o Estreito está completamente fechado.
Brent supera US$ 100 e caminha para ganho mensal de 35%
O Brent voltou a superar US$ 100 o barril, e os contratos futuros caminhavam para um ganho mensal de 35%. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu “forte retaliação militar” após houthis atacarem dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho. Os rendimentos dos Treasuries subiram.
O Treasury de curto prazo rendia 4,353%, com alta de 5 pontos-base. O título longo subia 4 pontos-base, a 4,699%.
DI de 2035 sobe a 14,82% e Selic segue em 14,25%
O DI para janeiro de 2035 avançou 8 pontos-base. A taxa terminou em 14,82%, ante 14,739% no ajuste anterior.
Na máxima intradiária, o DI curto marcou 14,450%, com alta de 23 pontos-base. O papel longo atingiu 14,895%, com alta de 16 pontos-base.
A Selic está em 14,25% ao ano. A curva precificava 80% de chance de corte de 25 pontos-base em agosto. A manutenção tinha 20% de chance.
Nos últimos dias, a disparada do petróleo reduziu as apostas em novo corte em setembro.