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Dividendos de R$ 41,23 bi da Petrobras saem em 2026 e dependem do preço dos combustíveis
Conselheiro Marcelo Gasparino defende alinhamento às cotações internacionais após a eleição de Guilherme Mello para a presidência do colegiado.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Dividendos aprovados somam R$ 41,23 bilhões, pagos em parcelas em 2026
- Gasparino defende alinhamento aos preços de mercado
- Guilherme Mello foi eleito presidente do Conselho de Administração
A Petrobras (PETR3, PETR4) aprovou R$ 41,23 bilhões em dividendos e reacendeu a discussão sobre sua política de preços. O conselheiro Marcelo Gasparino afirmou que a estatal "não pode se privar de praticar preços de mercado".
Para quem tem a ação, as duas questões se cruzam. Os proventos saem em parcelas ao longo de 2026, e o caixa que sustenta os pagamentos depende do preço cobrado pelos combustíveis. Uma pressão maior no caixa pode reduzir os dividendos futuros, e a Petrobras é uma das maiores pagadoras da bolsa brasileira.