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Prejuízo de R$ 1,9 bi e queima de caixa derrubam NATU3 em 15,65%
Alavancagem de 2,53 vezes o Ebitda levou o JPMorgan a apontar limite para distribuições de caixa adicionais pela companhia.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Prejuízo líquido: R$ 1,926 bilhão no 3º trimestre de 2025
- Receita líquida: R$ 5,194 bilhões, queda de 13,1%
- Ebitda recorrente: R$ 577 milhões, recuo de 33,7%
A Natura teve prejuízo de R$ 1,926 bilhão no terceiro trimestre, e a ação (NATU3) caiu 15,65% no dia seguinte ao balanço. A receita líquida recuou 13,1%, para R$ 5,194 bilhões, por causa da desaceleração no Brasil e da integração na Argentina e no México. O prejuízo ficou 71,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024.
O Ebitda caiu 33,7%, para R$ 577 milhões. A margem recuou 3,5 pontos percentuais, segundo o Itaú BBA, que classificou o resultado como negativo e disse que a Natura ficou abaixo das já baixas expectativas. A queima de caixa somou R$ 47 milhões em fluxo de caixa livre no trimestre.
A XP atribuiu o trimestre fraco ao ambiente macro no Brasil e aos custos da Onda 2, que inclui a integração operacional no México e na Argentina, segundo o InfoMoney. O Goldman Sachs citou vendas estagnadas na marca Natura no Brasil e queda nas vendas da Avon no país e na América Latina.