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Namíbia condiciona compra de 42,5% da Petrobras a aval ministerial
Estatal reafirmou que o negócio segue sujeito a condições precedentes e não alterou as projeções de despesa de capital.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 4 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Petrobras e TotalEnergies adquiriram 42,5% cada da licença PEL104 na Bacia de Luderitz
- Governo namibiano exige aprovação prévia do ministro para transferência de participações
- Ministério diz que foi informado poucos minutos antes do anúncio
A Namíbia condicionou a compra de 42,5% do bloco 2613 pela Petrobras (PETR4) e pela TotalEnergies ao aval do ministro de Minas e Energia. Sem esse aval, o governo namibiano afirma que não reconhece a operação.
A compra de 42,5% do bloco 2613 foi anunciada na sexta-feira, 6, por fato relevante, sem valor divulgado. A conclusão do negócio depende de condições precedentes, entre elas aprovações governamentais e regulatórias, como a própria estatal já havia informado.
Para quem tem a ação, o negócio vem com . O JPMorgan (JPMC34) tratou o anúncio como neutro: gasto pequeno e opções para o futuro, num bloco ainda em fase exploratória, de risco alto. A Genial Investimentos classificou a compra como negativa por ser fora do Brasil, depois da liberação da margem equatorial.