Mater Dei lucra R$ 27,5 milhões no 3º tri e ação sobe 5% na máxima
Receita líquida cresceu 16,3%, para R$ 567,9 milhões, e o Ebitda ajustado subiu 38,7%, com margem de 22,2%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
Lucro líquido de R$27,5 mi no 3º tri, vs R$64,2 mi um ano antes
Ebitda ajustado +38,7% (R$125,9 mi) e margem de 22,2%
Receita líquida +16,3% (R$567,9 mi); ação subia 1,9% às 10h40
A Mater Dei (MATD3) fechou o terceiro trimestre com lucro de R$ 27,5 milhões, menos da metade dos R$ 64,2 milhões de um ano antes. A ação chegou a R$ 4,42 na máxima desta segunda-feira, alta de 5,24%, depois de o balanço sair na noite de sexta.
O lucro menor não veio da operação. O Ebitda ajustado de R$ 125,9 milhões cresceu 38,7%. A margem dessa linha subiu de 18,6% para 22,2%, e o tíquete médio avançou 10,9% em relação a um ano antes.
Receita cresce 16,3% e margem alcança 22,2%
Receita líquida: R$ 567,9 milhões, alta de 16,3%
Ebitda ajustado: R$ 125,9 milhões, alta de 38,7%
Margem Ebitda: 22,2%, ante 18,6% no mesmo trimestre de 2024
Tíquete médio: +4,4% ante o 2º trimestre e +10,9% ano a ano
As comparações excluem os ativos do Hospital Porto Dias, vendido em 2024, o que isola o crescimento da base que segue com a companhia.
Ação sobe 5,24% e chega a R$ 4,42
Por volta de 10h40, o papel subia 1,9%, a R$ 4,28, segundo o InfoMoney. A máxima do dia foi R$ 4,42, alta de 5,24%.
BTG e Bradesco BBI mantêm neutro
O Bradesco BBI escreveu que o trimestre reforça a tese de crescimento com expansão de margens e geração de caixa, citando valuation atrativo combinado a um momento operacional melhor. O BTG Pactual apontou resultados acima do esperado, sustentados pela maturação de iniciativas de eficiência, e afirmou reconhecer "um viés positivo diante do momento significativamente melhor dos lucros".
Os dois bancos mantiveram a recomendação neutra para a ação. O BTG acrescentou que pretende revisar as projeções em breve.