Itaúsa, Telefônica e Vibra aprovam R$ 2,3 bi em juros sobre capital próprio
Holding paga R$ 0,138 por ação bruta, com crédito até 31 de agosto; Telefônica e Vibra só creditam em 2027.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
JCP bruto: R$ 1,547 bilhão (R$ 0,138 por ação)
JCP líquido: R$ 1,276 bilhão (R$ 0,11385 por ação)
Data-base: 18/06/2026; pagamento até 31/08/2026
Itaúsa (ITSA4), Telefônica Brasil (VIVT3) e Vibra (VBBR3) aprovaram nesta segunda-feira (15) R$ 2,3 bilhões em juros sobre capital próprio. A holding responde pela maior fatia, com R$ 1,547 bilhão.
O provento vai para quem estiver na base acionária na data de corte de cada companhia. A partir do dia seguinte, o papel é negociado sem o direito ao JCP e costuma recuar o equivalente ao valor distribuído. Quem compra depois paga menos pela ação, mas não recebe o crédito.
Itaúsa: R$ 1,547 bilhão brutos, ou R$ 0,138 por ação; corte em 18 de junho.
Telefônica: R$ 230 milhões, ou R$ 0,0719 por ação; corte em 26 de junho.
Vibra: R$ 558,2 milhões, ou R$ 0,4666 por ação; corte em 22 de junho.
Itaúsa desconta 17,5% e credita até agosto
Com a retenção de imposto de renda de 17,5% na fonte, o valor líquido da holding fica em R$ 1,276 bilhão. Por ação, o crédito líquido é de R$ 0,11385. O pagamento ocorre até 31 de agosto de 2026.
As fontes divergem sobre a data de corte. O InfoMoney aponta a posição acionária final de 18 de junho como base de cálculo; o Seu Dinheiro afirma que o investidor precisa estar posicionado em 17 de junho, com o papel negociado ex-JCP a partir do dia 18.
A holding também concluiu em maio a compra de 5 milhões de ações preferenciais próprias, dentro do programa aprovado em 11 de maio. Menos papéis em circulação aumentam a fatia de cada acionista que permanece na base.
Telefônica e Vibra pagam em 2027
A Telefônica distribui R$ 189,75 milhões líquidos, com pagamento até 30 de abril de 2027, em data a definir. Como o programa de recompra segue em vigor, o valor por ação pode mudar até a verificação da base em 26 de junho.
A Vibra paga R$ 558,2 milhões em parcela única em 15 de outubro de 2027, sem atualização monetária entre a declaração e o crédito. O valor será somado ao dividendo mínimo obrigatório de 2026 e passa pela assembleia geral ordinária que analisará as contas do período.