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Hammack defende juro mais restritivo nos EUA com inflação fora da meta há seis anos
Presidente da distrital de Cleveland quer ajustes menores e mais frequentes nas taxas para levar a inflação de volta a 2%.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Inflação americana está há quase seis anos acima da meta de 2%
- Hammack prefere ajustes menores e mais frequentes nas taxas de juros
- Dirigente do Fed defende postura restritiva para controlar pressões inflacionárias
A presidente da distrital de Cleveland do Fed, Beth Hammack, defendeu juro mais restritivo nesta quinta-feira (5) nos Estados Unidos. A inflação americana está seis anos acima da meta de 2%, segundo o Valor Econômico.
A taxa do Fed, que baliza contratos e investimentos, é referência para o custo do dinheiro no mundo e para o fluxo a mercados emergentes como o Brasil. Para quem tem ativos locais, a sinalização de juros americanos mais restritivos importa porque o dólar e o custo de captação externa reagem às decisões do Fed. Juros mais altos encarecem o crédito, seguram consumo e investimento e ajudam a baixar a inflação.