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Guerra entre EUA e Irã ameaça corte da Selic marcado para 17 de março
Brent saltou de US$ 60 para US$ 84,50 desde o início do conflito, e o Estreito de Ormuz está fechado para EUA, Israel e Europa.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Brent subiu de US$ 60 para US$ 84,50 desde o início do conflito
- Copom decide a Selic em 17 de março, atualmente em 15%
- Projeção de inflação de 4% pode ser revisada com choque do petróleo
A guerra entre EUA e Irã pode adiar o corte da Selic previsto para 17 de março. O Copom decide na data se a taxa sai dos 15%, no que seria a primeira redução depois de cinco reuniões seguidas sem mexer no juro.
O petróleo é o canal mais direto dessa pressão. O Brasil exporta óleo, mas importa parte do que consome, e o custo maior chega ao agronegócio, ao transporte e à produção de plásticos. Inflação acima do previsto tende a segurar a queda dos juros e a tirar fôlego de ações e de títulos atrelados à Selic.
Brent sobe de US$ 60 para US$ 84,50 com Ormuz fechado
O barril de Brent saiu de US$ 60 e chegou a US$ 84,50 nos contratos futuros, segundo o Times Brasil. O Estreito de Ormuz, por onde passa boa parte do petróleo mundial, está fechado para EUA, Israel e Europa. O Focus projeta inflação de 4% em 2026, e um estouro desse número deve empurrar o corte da Selic para frente.