IBOV fecha aos 185.205 pontos com dólar a R$ 5,10 e 11ª alta seguida
Banco do Brasil ganhou 5,50% e a Vale distribuiu R$ 8,6 bilhões em proventos no mesmo pregão, que teve volume de R$ 29,9 bilhões.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 5 veículos. Como fazemos
Em resumo
Ibovespa subiu 3,05%, a 185.205,09 pontos, maior alta diária desde março
Dólar à vista caiu 0,91%, a R$ 5,10
Quaest: Lula tem 42% e Flávio Bolsonaro 41% no segundo turno, empate técnico
O Ibovespa subiu 3,05% nesta quarta-feira (2) e fechou aos 185.205,09 pontos, após a pesquisa Quaest mostrar empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno. Foi a 11ª sessão seguida de alta e o maior fechamento desde 6 de maio.
Para quem tem ação ou título público, o pregão juntou dois fatores. Parte dos investidores lê uma disputa mais equilibrada como maior chance de troca de governo em 2027 e de ajuste na política fiscal. A isso se somou a interrupção da venda pesada de estrangeiros no fim de agosto, na avaliação da AW Capital.
O dólar caiu 0,91%, a R$ 5,1065. É o menor fechamento desde 7 de agosto. Nas últimas três sessões, a moeda acumulou baixa de 1,72%, e os juros futuros recuaram em toda a curva.
O Ibovespa tocou 186.028,06 pontos na máxima e 179.733,57 na mínima. O volume financeiro somou R$ 29,9 bilhões, segundo o Times Brasil.
Magalu sobe 16,88% com acordo no Mercado Livre
A Magazine Luiza (MGLU3) liderou o Ibovespa e fechou em alta de 16,88%, após acertar com o Mercado Livre (MELI34) a venda de 27 mil itens no marketplace da companhia argentina, com início em setembro. O acordo inclui KaBuM! e Época Cosméticos, e a Netshoes deve entrar depois. No meio do dia, o papel chegou a subir 24%.
A Azzas 2154 (AZZA3) avançou 11,28%. Os acionistas Alexandre Birman e Roberto Jatahy fecharam acordo para dividir a companhia em duas empresas abertas e independentes, Arezzo&Co e Soma, ambas no Novo Mercado da B3. A cisão ainda depende do conselho de administração e dos acionistas.
Vale paga R$ 8,6 bilhões e sobe com minério em queda
A Vale (VALE3) subiu 3,19%, a R$ 80,80, mesmo com o minério de ferro em baixa. A mineradora distribuiu R$ 8,6 bilhões em proventos aos acionistas na sessão, segundo o InfoMoney.
A Petrobras (PETR4) ganhou 2,84%, a R$ 48,20. O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) afastou autuação de R$ 3,4 bilhões contra a estatal, e os papéis ordinários (PETR3) subiram 2,23%.
Banco do Brasil dispara 5,50% e puxa os bancos
Banco do Brasil (BBAS3) disparou 5,50%, a R$ 22,26, papel que o mercado trata como termômetro do risco político. Os demais bancos acompanharam:
Banco do Brasil (BBAS3): +5,50%
Itaú Unibanco (ITUB4): +3,84%
BTG Pactual (BPAC11): +3,06%
Bradesco (BBDC4): +2,13%
Santander Brasil (SANB11): +1,98%
A B3 (B3SA3) ganhou 3,85%, também após o Carf anular autuação de R$ 2,2 bilhões. No câmbio, o Banco Central vendeu 50 mil contratos de swap para rolar o vencimento de 1º de outubro.