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Dívida caminha para 83,6% do PIB e pressiona o arcabouço fiscal
Haddad já admite reduzir de 2,5% para 2% o teto de crescimento real dos gastos previsto na regra fiscal.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Despesas podem crescer até 2,5% acima da inflação ao ano pelo arcabouço
- Dívida bruta projetada em 83,6% do PIB no fim do mandato e 88% em 2029
- Custo dos juros deve adicionar 8,8 pontos percentuais à dívida neste ano
A dívida bruta do governo deve encerrar o mandato em 83,6% do PIB, 12 pontos acima do início de 2023, nas projeções do Tesouro Nacional. O avanço reacendeu o debate sobre a sustentabilidade do arcabouço fiscal e sobre a necessidade de ajustes estruturais nos gastos obrigatórios.
Para quem aplica em juros, câmbio ou ações, a trajetória da dívida mexe na percepção de risco do país e no custo do financiamento público. Regras fiscais servem para controlar o endividamento e dar previsibilidade aos agentes econômicos. Quando convivem com exceções frequentes, perdem parte dessa função.