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PF tem 60 dias para investigar fiscalização da CVM no caso Banco Master
Denúncia do FGC de 2022 apontava R$ 3 bilhões em ativos ilíquidos e foi arquivada pela área técnica da autarquia.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 2 veículos. Como fazemos
Em resumo
- Inquérito da PF apura atuação da CVM no caso Banco Master e no CARE11
- Auditoria da CVM viu falhas em 230 de 314 processos (73%)
- CARE11 teve termo de compromisso de R$ 2,944 milhões com o Banco Máxima
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a PF abra inquérito para apurar a atuação da Comissão de Valores Mobiliários no caso Banco Master. A decisão, assinada nesta quinta-feira (24), também mira possível influência de autoridades de alto escalão em processos internos da autarquia.
Para o investidor que carrega cotas de fundos imobiliários ou papéis do conglomerado, o inquérito expõe a fiscalização que deveria ter barrado os problemas antes de virarem caso público. O fundo CARE11 (CARE11), alvo de apuração sobre manipulação de cotas pelo antigo Banco Máxima, entrou na investigação.