Celesc lucra R$ 250,7 milhões no 1T26 com reajuste de 13,53%
Triunfo teve prejuízo de R$ 11,4 milhões e a Grazziotin avançou 58,2% no EBITDA no primeiro trimestre de 2026.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
CLSC: lucro de R$ 250,7 mi e EBITDA de R$ 534,1 mi no 1T26
TPIS: prejuízo de R$ 11,4 mi e receita ajustada de R$ 136,2 mi
PDGR: prejuízo cai 85%, para R$ 15,1 mi; CGRA lucra R$ 5,2 mi
A Celesc (CLSC4) lucrou R$ 250,7 milhões no 1T26, com o reajuste tarifário de 13,53% entre os fatores que sustentaram o resultado. A companhia registrou EBITDA de R$ 534,1 milhões e receita operacional líquida de R$ 3,5 bilhões.
Para o acionista, o reajuste anual é o mecanismo que repassa custos e inflação à conta de luz, e o trimestre captura parte desse efeito. As despesas gerenciáveis (PMSO) somaram R$ 340,4 milhões, segundo o InfoMoney.
Triunfo tem receita 31,8% menor e prejuízo maior
A Triunfo (TPIS3) fechou o trimestre com prejuízo de R$ 11,4 milhões no 1T26, 10,8% acima das perdas de um ano antes. O EBITDA ajustado caiu 25,7%, para R$ 45 milhões.
A receita líquida ajustada recuou 31,8%, para R$ 136,2 milhões. As concessões rodoviárias faturaram R$ 98,5 milhões, 39,3% menos. A área de energia ficou estável, com R$ 37,7 milhões.
Grazziotin lucra R$ 5,2 milhões e margem sobe
A Grazziotin (CGRA4) teve lucro de R$ 5,2 milhões, alta de 18%, sobre o primeiro trimestre de 2025. O EBITDA avançou 58,2%, para R$ 10,8 milhões.
A margem EBITDA ganhou 3,86 pontos, para 9,23%. A receita líquida somou R$ 163 milhões, 24,6% mais. A margem bruta chegou a 47,27%.
Kora amplia prejuízo e Azevedo fica no vermelho
A Kora Saúde registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 111,5 milhões, contra R$ 66,2 milhões um ano antes. O EBITDA ajustado caiu 16,3%, para R$ 97,9 milhões, e a margem recuou 5 pontos, para 15,9%.
A receita líquida subiu 9,9%, para R$ 615,7 milhões. A rede encerrou março com 1.792 leitos operacionais.
A Azevedo & Travassos (AZEV4) teve prejuízo líquido de R$ 2,5 milhões, com EBITDA negativo de R$ 1,5 milhão. A receita líquida foi de R$ 1,1 milhão e o resultado operacional ficou negativo em R$ 3 milhões.
A PDG Realty (PDGR3) cortou o prejuízo em 85%, para R$ 15,1 milhões negativos no 1T26. Um ano antes, a perda havia sido de R$ 100,8 milhões. A incorporadora teve lucro bruto de R$ 1,5 milhão, com margem de 21%.