Em resumo
- Brent sobe cerca de 2%, perto de US$ 99 o barril; WTI avança mais de 3%, perto de US$ 94
- Ibovespa fechou a 185.147 pontos (-0,02%) e subiu 5,4% na semana
- Dólar encerrou a 5,13 reais (+0,52% no dia; -1,26% na semana)
O petróleo perto de 100 dólares o barril travou o apetite por risco nesta terça-feira (8), primeiro pregão brasileiro depois do feriado. A alta da commodity reacende o temor de inflação e chega às vésperas da reunião do Federal Reserve.
Petróleo caro pressiona a inflação e reforça a aposta em juros americanos altos por mais tempo. Para quem tem ação ou título na carteira, a cautela externa chega junto com a agenda doméstica. O IGP-DI de agosto e o Boletim Focus saem nesta manhã.
Brent sobe 2% com ataques na Arábia Saudita
O Brent operou perto de 99 dólares o barril, com alta de cerca de 2%. O WTI subiu mais de 3%, perto de 94 dólares, após ataques a instalações de energia na Arábia Saudita e a redução do tráfego pelo Estreito de Ormuz.
Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em baixa, com o Nikkei liderando as perdas, e só Xangai teve leve alta depois de a China registrar superávit comercial de 119,1 bilhões de dólares em agosto. Na Europa, os principais índices operam no vermelho, e os futuros de Wall Street recuam com as tensões comerciais entre Estados Unidos e Canadá. O Bitcoin cai 1%, perto de 78,5 mil dólares.
O ouro recua para acima de 4.400 dólares a onça-troy.
Ibovespa sobe 5,4% na semana e dólar fecha a R$ 5,13
Na sexta-feira, o Ibovespa fechou quase estável, com queda de 0,02%, aos 185.147 pontos. Na semana, o índice acumulou alta de 5,4%, o segundo melhor desempenho semanal do ano. O dólar encerrou a 5,13 reais e recuou 1,26% na semana.
Pesquisa BTG/Nexus vê empate técnico no segundo turno
A pesquisa BTG Pactual/Nexus (BPAC11) pôs o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em eventual segundo turno, por 46% a 45%, dentro da margem de erro. O resultado confirma o empate técnico da pesquisa Quaest da véspera.
O Fed se reúne na próxima semana para decidir os juros americanos.
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