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Ânima cai 9% com acordo de R$ 600 milhões para usar marca Einstein
Einstein receberá 6% da receita de alunos novos de medicina, e o BTG projeta dívida líquida de R$ 4,1 bilhões na Ânima em 2026.
Redação brapi · Escrito com IA a partir de 1 veículo. Como fazemos
Em resumo
- Ação da Ânima caiu 9% em 20 de outubro
- BTG estima custo total acima de R$ 600 milhões; pagamento inicial é de R$ 150 milhões
- Contrato prevê 6% da receita de novos alunos de medicina por 20 anos
A Ânima fechou um acordo de 20 anos com o Einstein para usar a marca do hospital nos 15 cursos de medicina. As ações (ANIM3) caíram 9% nesta terça-feira (20), após o BTG Pactual estimar um custo de mais de R$ 600 milhões em valores de hoje.
O contrato prevê R$ 150 milhões pagos de início ao Einstein, sem incluir comissões e outras despesas. O hospital também levará 6% da receita dos alunos novos de medicina, fatia que cresce a cada turma. Para o investidor, a dúvida é quanto isso acrescenta à receita e ao lucro, num momento em que a Ânima ainda corta endividamento: o BTG projeta neste ano.
